
João Victor, zagueiro do Vasco – Foto: Matheus Lima/Vasco
A defesa do Vasco frequentemente vem passando por mudanças. Nenhum zagueiro foi aprovado de maneira unânime. Nas laterais, Lucas Piton, suspenso contra o Atlético-MG, foi substituído por Puma Rodríguez, que jogou improvisado.
Vasco x Atlético-MG foi marcado por vaias a João Victor
Quantos aos zagueiros, João Victor é quem vem mais sofrendo críticas. Os erros do defensor não passam batidos pela torcida. Agora, de acordo com a informação do jornalista André Hernan, o atleta pediu para deixar São Januário, o que foi desmentido pelo técnico Fernando Diniz.
Ao mesmo tempo, o colombiano Carlos Cuesta, que entrou na mira vascaína, pode não defender as cores do clube carioca. É que o Spartak de Moscou, da Rússia, teria coberto a oferta salarial, aproximando-se da contratação do jogador.
“O Spartak de Moscou apresentou uma proposta de 8 milhões de euros ao Galatasaray pelo passe do zagueiro Carlos Cuesta, além de cobrir o salário que o Vasco ofereceu ao jogador. Com essa movimentação, o Vasco terá que se movimentar; caso contrário, dificilmente conseguirá trazer Cuesta para a sequência da temporada”, confirmou o perfil ‘NTVascaínos’.
Carlos Cuesta não será atleta do Gigante da Colina?
Nas redes sociais, torcedores do Cruzmaltino sugeriram que o zagueiro mais criticado do elenco fosse envolvido na negociação pelo colombiano. “Oferece o João Victor pro Spartak e compra o Cuesta”, postou um internauta no X, o antigo Twitter. “Já muda pra outro, não faz sentido entrar em disputa que não vão ganhar”, desabafou outro.
O técnico Fernando Diniz rejeitou que o defensor tenha pedido para deixar o Vasco. “Ele não pediu para sair. Tem que saber quais que são os interesses, porque vocês só prejudicam ele. É um jogador que eu tenho um trato muito direto. Que está sendo questionado pelo torcedor por muitas coisas que fez antes da minha chegada”.
Ao mesmo tempo, o treinador pediu um voto de confiança ao jogador. “Eu gostaria que a torcida desse esse crédito pra ele. Porque ele é um jogador importante para nós. E ele tem que fazer isso que ele fez. A torcida vaia, e ele joga. Ele não tem que responder nada, porque a torcida está no direito de vaiar. (…) Mas, se eu pudesse, eu pediria, de fato, para a torcida dar um voto de confiança”, concluiu.
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