
Arrascaeta e Léo Ortiz, em Corinthians x Flamengo (Miguel Schincariol/Getty Images)
Galvão Bueno, em análise sobre Corinthians x Flamengo, quis destacar o modo que Arrascaeta refletiu o espírito do clube carioca. Após balançar as redes, o camisa 10 atingiu 19 gols na temporada e superou o desempenho da histórica temporada de 2019, quando deixou sua marca 18 vezes. Embora a situação fosse de euforia, o meia-atacante priorizou o reinício da partida.
Neste cenário, a atitude de Arrascaeta deixou Galvão Bueno impressionado. Como o Flamengo estava ciente dos tropeços de Cruzeiro e Palmeiras na rodada do Brasileirão, o comportamento do uruguaio, na visão do narrador, representa o modo que o coletivo está à frente de qualquer postura individualista.
“Me impressionou o Arrascaeta fazer o gol aos nove do segundo tempo e não deixar o time comemorar. Não deixou ninguém abraçar ele. Já foi assim: ‘Vamos, vamos, vamos’. É a gana de virar. O Arrascaeta fez um gol aos nove minutos do segundo tempo depois que o Yuri Alberto fez um golaço. Ele não deixou o time comemorar. Ele superou a marca de 2019 com aquele gol.”, disse Galvão Bueno, no programa “Galvão e Amigos”.
“Era um gol para ser comemorado porque o primeiro tempo do Flamengo foi muito ruim, mas ele não deixou o time comemorar. O Flamengo queria ganhar o jogo porque sabia a importância de abrir cinco pontos do Palmeiras e quatro do Cruzeiro. Isso não é importante em um momento de decisão?”, acrescentou.
Assumindo o posto de goleador do Flamengo em 2025, Arrascaeta teve frieza e técnica para vencer Hugo Souza. Depois da finalização certeira que deu início ao triunfo do Flamengo, Galvão Bueno fez questão de elogiar o talento de aplicar “tacadas de sinuca” certeiras na bola.
“Independente do lance do pênalti, foi uma grande virada. Um belo jogo digno de um grande clássico. O Flamengo tem isso aqui: ele (Arrascaeta) não é canhoto, é destro. Os últimos gols dele têm sido como tacadas de sinuca. Dá um tapa seco na bola e ela vai rasteira no chão. Bota onde quer.”, afirmou.
Rapidez de Plata ganha o devido reconhecimento
Rápido com a bola nos pés, Plata mostrou que está sempre ligado no jogo. Sem esperar no momento de cobrar o lateral, o atacante assumiu um papel decisivo antes do gol de Luiz Araújo, motivo pelo qual Galvão Bueno não vê razão para a recorrente demora dos arremessos.
“Para mim, quem fez o segundo gol do Flamengo foi o Plata com a velocidade dele na cobrança do lateral. Todo mundo pega a bola e fica esperando o lateral vir. Ele pegou a bola e bateu. Por que tem que esperar o lateral vir lá de trás para bater? O que ele fez para o Carrascal é uma assistência na cobrança de lateral.”, externou.
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