
Com jogadores dos três ‘grandes’

©TM/IMAGO
Sempre quiseste saber como seria composto um onze constituído pelos jogadores mais valiosos de sempre da Liga Portuguesa em cada posição? Então este artigo é para ti, até porque o Transfermarkt construiu não apenas um, mas sim dois onzes com os futebolistas com o maior valor de mercado que já passaram pelo nosso campeonato: um num sistema tático em 4-4-2, e outro em 4-3-3. O objetivo da criação de duas equipas distintas foi incluir o máximo de jogadores possível, uma vez que um 4-4-2 permite a presença de dois avançados que joguem no corredor central, mas não prevê a presença de três médios sem se sacrificarem os extremos, por exemplo.
Para este efeito, convém salientar, tivemos em conta exclusivamente a maior cotação que estes jogadores registaram enquanto pertenciam a clubes portugueses, o que significa que todos os valores de mercado que tenham alcançado fora de Portugal não foram tidos em conta para este exercício.
Apesar de apresentarmos duas equipas, cada uma com a sua disposição tática, a maior parte dos jogadores mantém-se quando passamos de uma para outra. Começando logo pela defesa que jogo à frente de Diogo Costa e que é sempre composta por Pedro Porro, Éder Militão, António Silva e Alex Telles. Os extremos Geovany Quenda e Luis Díaz, assim como o médio Bruno Fernandes e o ponta de lança Viktor Gyökeres também surgem em ambos os onzes.
O que se altera, então, de uma equipa para a outra? Apenas um futebolista. Quando dispomos os jogadores em 4-4-2, João Félix faz dupla com Gyökeres na frente de ataque, mas temos de tirar o avançado português da equação quando optamos pelo 4-3-3, reforçando o meio-campo e colocando, em vez de Félix, Enzo Fernández.
Uma vez que o jogador português atingiu um valor de mercado superior ao do argentino quando jogava em Portugal – 70 milhões de euros de Félix para 55 milhões de Enzo -, o onze que apresentamos em 4-4-2 tem um valor de mercado, também ele, mais alto: são 550 milhões de euros contra os 535 milhões do onze que dispomos em 4-3-3.
Ainda assim, em ambas as equipas, Sporting e FC Porto são sempre os clubes mais representados com quatro atletas em cada uma delas. O Benfica, por seu lado, surge com três, em dois onzes que contam apenas com jogadores que passaram, ou que ainda representam, os chamados três ‘grandes’.
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